• Metroviários fazem ato em SP

    Posted on novembro 14th, 2008 ricardo No comments

    Veja o release divulgado pelos metroviários:

    Metroviários farão ato público por cumprimento do acordo coletivo

    Na próxima terça-feira, 18 de novembro, os metroviários realizarão uma manifestação em frente ao Centro de Controle Operacional (CCO) do Metrô, para reivindicar o cumprimento do acordo coletivo firmado entre a empresa e o Sindicato dos Metroviários de SP no encerramento da campanha salarial de maio.

    Estarão presentes metroviários das estações, tráfegos, segurança e do próprio CCO, já que todos eles são prejudicados pelo descumprimento do acordo.

    Em algumas áreas as chefias implantam jornadas de trabalho conforme conveniência e em outras não há equiparação salarial para funcionários que desempenham as mesmas funções.

    Também existem metroviários lesados pela falta de pagamento do adicional de periculosidade, sendo que eles têm este direito. Este é o caso dos auxiliares de manobra. A empresa os contratou com jornada de trabalho e salário diferenciados, para exercer as mesmas funções que os operadores de trem nos pátios, porém, estes últimos recebem periculosidade. Os primeiros não.

    Também são reivindicadas melhores condições de trabalho e o fim da prática de assédio moral.
    Serviço:
    Ato em defesa do acordo coletivo
    Dia: terça-feira, 18/11
    Hora: 15h30
    Local: Centro de Controle Operacional do Metrô (Rua Vergueiro, 1200)
    Site: http://www.metroviarios-sp.org.br

  • São Paulo vive no caos

    Posted on outubro 17th, 2008 ricardo No comments

    Em São Paulo, 14h. Clima quente, abafado. Trânsito parado, lento. E parece que todo mundo está em greve. Bancários, policiais e os defensores públicos, ou seja, um caos. Após a pancadaria que houve na quinta entre os policiais o que se vê na cidade é a falta de diálogo do governador José Serra. Nada mais do que isso. Exceto os bancários, policiais e a defensoria travam uma disputa por melhores condições salariais e de trabalho.

    As manchetes dos jornais e os sites ainda ecoam o que aconteceu na praça de guerra no Morumbi. No entanto, algo tão importante quanto passa desapercebido: a paralisação da defensoria pública. A paralisação pela conscientização é excelente.

    Há quatro meses a Associação Paulista de Defensores Públicos (Apadep) vem aguardando a boa vontade do governador em dois projetos: equiparação salarial com outras carreiras do judiciário e aumento do quadro de defensores. Hoje, a um defensor para cada 58 mil potenciais cidadãos que podem precisar do serviço.

    Não vou nem entrar no mérito sobre o que eles reivindicam. Quero falar de comunicação. A começar pelo site da categoria, o http://www.apadep.org.br, ou clique aqui para ir direto. Tem tudo o que você precisa saber sobre o trabalho da defensoria e que pouca gente sabe como se informar pelo site do governo do Estado. Tem também a legislação e o contato de todas as defensorias públicas do país.

    Entretanto, ao falar da paralisação de uma semana, há pouca informação. A última, uma nota de contestação à Secretaria de Justiça e da Defesa da Cidadania de São Paulo. O quente da paralisação está mesmo no blog que a associação mantém, o http://paralisacaodadefensoriasp.blogspot.com, clique aqui para ir direto.

    Ali o jornalista pode encontrar várias informações sobre o que acontece com a categoria. Acompanhar quem apóia o movimento, são mais de 100 entidade e figuras importantes do meio jurídico como Hélio Bicudo ou Márcio Thomaz Bastos. Vale a pena entrar e conferir.

  • A comunicação sindical na greve da polícia

    Posted on outubro 17th, 2008 ricardo No comments

    Após o fechamento da revista fica mais fácil para escrever. Sei que prometi um post sobre os RSS, mas antes dele vamos ver como a CUT (Central Única dos Trabalhadores) e a Força Sindical trataram da greve em seus sites. O governador José Serra responsabilizou diretamente as duas entidades pelo ocorrido. Será?

    foto: Caco Argemi/Seeb-Poa

    No site da CUT o tema é manchete, claro. Com o título “Bombas, cavalaria, tiros e feridos à bala”, a entidade condena os dois tumultos que ocorreram nesta quinta-feira, dia 16 de outubro: em São Paulo e em Porto Alegre. Sim, em Porto Alegre a polícia bateu firme nos bancários.

    Ao transformarem a Polícia Militar em guarda pretoriana de seus desgovernos, os tucanos José Serra e Yeda Crusius quase provocaram a morte de pais e mães de família que protestavam contra a intransigência e defendiam o atendimento as suas reivindicações”, diz o texto no site da CUT assinado por Leonardo Severo e Paula Brandão, clique aqui.

    No site da Força Sindical, o destaque é o Paulinho, seu presidente e deputado federal. Claro que a página fala sobre o ocorrido em São Paulo, mas não há o destaque merecido na parte “nobre” da página. Diz a nota oficial: “Os dirigentes das seis centrais sindicais presentes ao ato ficaram indignados com a brutalidade da Polícia Militar contra os servidores. É intolerável que um governador eleito democraticamente utilize métodos truculentos contra servidores em luta. Demandamos que o Governo do Estado retome o caminho da negociação e atenda as justas reivindicações dos policiais civis, pois valorizar a função e a carreira do policial é parte fundamental de uma política de segurança pública democrática e eficiente.” Veja aqui.

    Porto Alegre – No site dos Bancários de Porto Alegre nem parece que houve qualquer tipo de agressão à categoria. O assunto, simplesmente não está na manchete. Claro que os bancários continuam em greve em todo o país, mas seria fundamental mostrar o que houve na quinta? Não poderia ter um texto amarrando o que aconteceu no país e em especial na capital gaúcha? Quer ler o que aconteceu, clique aqui.

    Nesta sexta eles prometem um ato público contra a violência em frente à agência Central do Banrisul, na Praça da Alfândega, no centro.