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RSS nos sites das centrais
Posted on novembro 10th, 2008 No commentsPromessa é dívida. Pesquisei os sites das seguintes centrais (CUT, Força Sindical, UGT…) Veja o resultado da busca pelos canais de RSS:
CUT. Não tem. Apesar do site ser em Joomla, o site parece não adorar esta ferramenta.
Força Sindical – Também não. O portal também é feito em Joomla.
Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST) – Sim
União Geral dos Trabalhadores (UGT) – Não
Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB) – Não
Conlutas – Não
Confederação dos Trabalhadores do Brasil (CTB) – Não.Resumo, só o site da NCST tem RSS e nem mesmo é feito.
Pode parecer besteira, mas para as centrais que precisam divulgar suas notícias, essa ferramenta tem sido desprezada. E isso pode ser corrigido facilmente, aumentando, inclusive, o fluxo de visitas aos portais.
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Os portais e o sindicalismo
Posted on setembro 25th, 2008 No commentsA palavra “trabalho” e todo o seu conteúdo é tratado como subproduto nos portais brasileiros, como o UOL, IG ou Terra. Claro que a palavra em si traz diferentes conotações. Para o mundo sindical significa uma coisa, para um desempregado, outra.
Seja como for, os portais citados acima não possuem uma forma clara de categorizar o que o mundo sindical produz como informação. Quer um exemplo: a categoria bancária está em campanha salarial. Na terça, dia 24/09, recusaram uma proposta de reajuste e no dia seguinte, quarta, fizeram uma grande atividade em São Paulo, na avenida Paulista (leia mais aqui).
Mas para os portais isso é tratado como um apêndice do canal de “economia”. O Terra vai além e o sub-divide em “empresas”. Na Folha Online há ainda um link para “leia o que já foi publicado sobre os bancos”. Cabe uma pergunta: para os portais, tratar de reajuste salarial é ganho do trabalhador ou perda para os bancos?
É uma impressão errada ou há no Brasil apenas uma campanha salarial em andamento? Ou apenas duas por ano? Será que um canal dedicado ao mundo do trabalho não daria audiência o suficiente para ter um link na home de cada portal? A questão é ideológica ou puramente de audiência?
Não, essa conversa de reivindicação, de luta e outras coisas ligadas ao movimento sindical está em segundo plano. Não tem como negar que os bancários pararam a Paulista, mas para quê falar da reivindicação se podemos puxar pelo trânsito?
Aí, é claro, sem ter um canal específico para as lutas dos trabalhadores não há como mediar a audiência. E se não tem audiência não tem espaço, não é mesmo?
Seja como for, a pessoa procura nos canais desses portais a oportunidade de mudar de emprego ou até de profissão. Mas não de conhecer profundamente a categoria.Vou encaminhar a pergunta aos portais e vamos esperar por respostas.


