<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Comunicação Sindical &#187; política</title>
	<atom:link href="http://www.comunicacaosindical.com.br/tag/politica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.comunicacaosindical.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Sep 2010 22:07:09 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>A hora e a vez dos sindicatos</title>
		<link>http://www.comunicacaosindical.com.br/2009/01/19/a-hora-e-a-vez-dos-sindicatos/</link>
		<comments>http://www.comunicacaosindical.com.br/2009/01/19/a-hora-e-a-vez-dos-sindicatos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 16:59:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[dvds]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[releases]]></category>
		<category><![CDATA[sindicalismo]]></category>
		<category><![CDATA[sites]]></category>
		<category><![CDATA[cut]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicacaosindical.com.br/?p=205</guid>
		<description><![CDATA[O título bem que poderia ser outro, mas 2009 chegou em meio ao grande circo que se instala nos meios de comunicação do país, projetando pânico e horror. Isso mesmo. Por outro lado, agora é a hora e a vez dos sindicatos e centrais sindicais mostrarem organização e disposição para a luta, já que, do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O título bem que poderia ser outro, mas 2009 chegou em meio ao grande circo que se instala nos meios de comunicação do país, projetando pânico e horror. Isso mesmo. Por outro lado, agora é a hora e a vez dos sindicatos e centrais sindicais mostrarem organização e disposição para a luta, já que, do outro lado, os empresários já apelam para a mudança que só prejudicaria o trabalhador: mudança das regras do jogo com o corte dos direito dos trabalhadores.</p>
<p>Sem a CUT, a maior central do país, as demais centrais ensaiaram uma conversa com os empresários, mas logo perceberam o erro estratégico. Em tese, suspenderam as negociações por 10 dias.</p>
<p>A CUT é taxativa: não discute a redução a redução da jornada de trabalho atrelada à diminuição dos salários e, pior ainda, sem a garantia da manutenção das vagas.</p>
<p>Na imprensa, essa absurda proposta ganhou voz. Afinal de contas, um dos interlocutores está ensaiando sua campanha ao governo de São Paulo. Mas agora as centrais recuaram. A CUT está certa, não se pode negociar os direitos dos trabalhadores.</p>
<p>Por isso, copiei os 30 pontos elaborados pela entidade para combater a crise. Vamos a elas:</p>
<p><strong>a) DEFESA E GARANTIA DO EMPREGO</strong><br />
1) Nenhuma demissão. Estabilidade no emprego.</p>
<p>2) Ratificação da Convenção nº 158 da OIT.</p>
<p>3) Redução constitucional da jornada máxima de trabalho para 40 horas semanais sem redução dos salários e limitação das horas extras conforme proposta da CUT.</p>
<p>4) Ampliação das Políticas de geração de emprego no setor privado e no setor público, especialmente para os segmentos mais vulneráveis, a exemplo das mulheres e da população negra.</p>
<p>5) Programa especial de geração de emprego e renda na agricultura a partir  do fortalecimento da Agricultura familiar e garantia de preços mínimos.</p>
<p>6) Reforma Agrária: Estabelecimento de limite de propriedade da terra; atualização dos índices de produtividade; garantia de instrumentos legais de controle de compra de terras por estrangeiros; combate ao trabalho escravo.</p>
<p><strong>b) INVESTIMENTOS</strong><br />
7) Fortalecimento da política de valorização do salário mínimo e das aposentadorias e as políticas públicas de saúde e educação, garantindo-se a ampliação de recursos do orçamento público para as áreas sociais (EC29, FUNDEB etc) e os programas de transferência de renda.</p>
<p>8 Fim do superávit primário e ampliação dos investimentos em obras de infra-estrutura, a valorização do serviço público e das políticas sociais, a exemplo dos Territórios da Cidadania.</p>
<p>9) Ampliação da capitalização do BNDES e dos recursos para o orçamento corrente da instituição, visando o financiamento dos investimentos e, desta forma, reduzir a taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP).</p>
<p>10) Revogação da Lei de Responsabilidade Fiscal.</p>
<p><strong>c) CRÉDITO</strong><br />
11) Nenhum recurso financeiro deve ser concedido à especulação.</p>
<p>12) Qualquer instituição financeira que apresente estado de falência deve ser estatizada.</p>
<p>13) Criação de mecanismos como multas, taxas, punições administrativas, entre outras, que assegurem a concessão de crédito à economia e que os recursos liberados pelo governo federal cheguem à economia real, não sendo utilizados pelos bancos para outros fins.</p>
<p>14) Qualquer &#8220;socorro&#8221; que o governo resolva conceder às instituições financeiras e não-financeiras que apresentem problemas em função da atual crise internacional deve ter contrapartidas, a partir dos seguintes critérios:<br />
14.1    Garantia da manutenção do nível de emprego nas instituições financeiras e não-financeiras.<br />
14.2    Garantia de estabilidade de emprego nos processos de fusões e incorporações.<br />
14.3    Que os volumes de recursos dos programas de apoio serão devolvidos ao Estado, em parcelas e prazos previamente determinados.<br />
14.4    Limitação dos rendimentos dos executivos das instituições financeiras e não-financeiras.</p>
<p>15) Ampliação das ações para garantir crédito e seguro para a agricultura familiar, como também o crédito imobiliário, visando combater o déficit habitacional.</p>
<p><strong>d) MEDIDAS EMERGENCIAIS</strong><br />
16) Estruturação pelo Governo Federal de Plano de Renegociação de Dívidas para pequenas empresas, assalariados e trabalhadores em geral.</p>
<p>17) Redução do impacto da desvalorização do real nos preços dos alimentos e produtos de primeira necessidade, por meio, entre outros, da redução dos impostos internos, com a contrapartida da manutenção de preços.</p>
<p>18) Construção do Contrato Coletivo Nacional de Trabalho.</p>
<p>19) Constituição, em caráter emergencial, de Câmaras Setoriais e especialmente nos setores mais atingidos pela crise do crédito e retração da atividade econômica (construção civil, têxtil e calçados, alimentação etc), de forma que as iniciativas de apoio do Estado representem contrapartidas na área da garantia do emprego, melhoria das relações de trabalho em cada setor.</p>
<p>20) Valorização do salário mínimo, com a incorporação da variação dos preços da alimentação já no reajuste de 2009.</p>
<p>21) Interromper os processos de privatização do patrimônio público (Embrapa e Infraero), o leilão das reservas petrolíferas, bem como revogar o marco regulatório herdado do Governo FHC, de modo que a riqueza do pré-sal seja explorada em benefício da Nação.</p>
<p>22) Retirada do Projeto de Lei que propõe a implantação das Fundações Estatais de Direito Privado.</p>
<p><strong>e) GARANTIAS DOS DIREITOS DOS TRABALHADORES</strong><br />
23) Ampliação dos direitos dos trabalhadores e retirada dos projetos de flexibilização hoje existentes no Congresso Nacional, como o PL nº 4302/1998, que trata do trabalho temporário e da terceirização.</p>
<p>24) Garantia de cumprimento pleno dos acordos coletivos firmados com os servidores públicos em todas as esferas de governo (federal, estadual e municipal) e ratificação da Convenção nº 151, que prevê a negociação coletiva para os servidores públicos.</p>
<p>25) Garantia do cumprimento da Lei que estabelece o Piso Nacional do Magistério.</p>
<p><strong>f) POLÍTICAS ECONÔMICAS</strong><br />
26) Sistema de Metas de Inflação mais flexível, com a efetiva utilização do intervalo de taxas de inflação admissíveis, sem determinar qual a meta-centro.</p>
<p><strong>g) SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL E INTERNACIONAL</strong><br />
27) Regulamentação do artigo nº 192 da Constituição Federal, que trata da regulação e do papel social do Sistema Financeiro.</p>
<p>28) Fortalecimento do papel social dos bancos públicos.</p>
<p>29) Por meio de uma ampla articulação desenvolvida no âmbito da CSI e da CSA, promover uma agenda de debates e ações visando a  estruturação de nova ordem financeira internacional, que, entre outros, estabeleça maior controle das operações das instituições financeiras e do fluxo de capitais entre os países, de modo a minimizar os impactos gerados nas economias nacionais.</p>
<p>30) Fortalecimento do Mercosul como forma de reduzir os impactos dos fluxos de saída de capitais externos. Este fortalecimento deve enfatizar os aspectos de complementaridade dos projetos e o desenvolvimento da dimensão social, com o estabelecimento de contrapartidas e aplicação da Declaração Sócio-Laboral.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.comunicacaosindical.com.br/2009/01/19/a-hora-e-a-vez-dos-sindicatos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
