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Um concorrente para o Google
Posted on julho 14th, 2009 No commentsGostaria de sugerir a leitura do caderno Link, do Estadão, desta segunda em que trata do Facebook, uma rede social assim como o Orkut. Quer dizer, a global Facebook, líder em muitos países e que promete ser um forte concorrente para o Google.
Basicamente, porque o Facebook pretende ser a base de tudo o que você faz hoje na Internet. Se vai pesquisar algo no Google, porque não pesquisar naquilo que os amigos ou os amigos dos amigos recomendam? Bom, este é só um ponto da reportagem de quatro páginas. Em relação ao Orkut, que só é líder no Brasil, suas ferramentas são infinitamente melhores.
Um sindicato deve usar? Sim. Entre outras coisas porque não terá muito gasto com servidores e estará ao mesmo tempo dentro de um rede, que trará mais audiência do que apenas seu endereço na web.
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Como entender o seu público
Posted on fevereiro 9th, 2009 No comments
O Google disponiliza uma ferramenta gratuita para você identificar quem acessa o seu site. Veja no próprio site da empresa como utilizar esta opção para conhecer mais e melhor o seu público.Leia aqui um pouco mais ou veja o vídeo disponível clicando na foto acima.
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Um site é só um site
Posted on fevereiro 5th, 2009 No commentsA grande maioria dos sites sindicais está desatualizado frente a revolução que a internet comanda de tempos em tempos. Vale lembrar que a internet ainda engatinha. E mesmo se o seu sindicato está conectado à web é bom prestar atenção em relação ao que acontece ao mercado.
Muitas vezes algumas soluções dependem exclusivamente de quem é o responsável pela comunicação e não do departamento financeiro. Por exemplo? Você sabe quantos são e quem são os visitantes do seu website?
Há no mercado diversas ferramentas para avaliação, algumas pagas outras gratuitas. Dentre elas, se destaca o Google Analytics (sempre eles). O Yahoo! também tem o deles.
Mesmo gratuito, essas ferramentas auxiliam ao jornalista responsável pela página saber quais são as notícias, as páginas, o tempo, qual o caminho o internauta fez dentro do seu site até sair da página, o local…
Quer saber mais? Leia um e-book (você pode baixar gratuitamente) chamado Web Analytics – Uma visão brasileira, organizado por Ruy Carneiro. No final tem até um glossário caso você não entenda muito sobre o tema (veja aqui).
Repito, vale a pena, inclusive para pensar estratégias de comunicação com a base.
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Quem procura por sindicatos
Posted on setembro 22nd, 2008 No commentsAproveitei o excelente post do Imezzo sobre as palavras que os brasileiros mais digitam no Google para pesquisar, quais categorias mais aparecem. A base vem do Google Insights, com dados a partir de 2004 até os dias de hoje.
Em primeiro lugar aparece o “Sindicato Comercio”, seguido por “Sindicato dos Trabalhadores”, “Sindicato Bancários”, Sindicato dos Empregados”, “Sindicato do comercio”, “Sindicato dos bancarios”, “Sindicatos”, “Sindicato metalurgicos”, “Sindicato Jornalistas”, “Sindicato dos professores”. Uma característica de quem busca informação sobre os sindicatos: no sistema de busca do Google a palavra é sempre digitada sem acento.
Também é possível analisar de quais estados parte a busca. Em “Sindicato Comercio”, a maior parte vem, pela ordem de São Paulo, Paraná, Santa Catarina. Quem o procura, ainda digita “sindicato empregados comercio”, “sindicato dos empregados”, por exemplo.
Ao digitar no Google “sindicato comercio”, o primeiro a aparecer é o Sindicato dos Comerciários de São Paulo (SECSP), que cuja categoria está em campanha salarial neste momento. Abaixo, aparece o Sindicato dos lojistas do Comércio de São Paulo, um sindicato patronal.
Para finalizar: o que é mais impressionante nesta comparação é perceber que dos 10 maiores índices, 3 são relacionados ao geral (”dos trabalhadores”, “dos empregados” ou simplesmente “sindicatos”). Outros quatro estão ligados às categorias “comerciários” e “bancários”. Falta, portanto, associar à palavra sindicato à categoria em questão. Isso serve de exemplo para os químicos ou metroviários, em que a busca por estas páginas é muito baixa.


