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	<title>Comunicação Sindical &#187; ctb</title>
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		<title>Do outro lado do telefone</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 22:20:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Até agora não vi uma única notícia na internet com a visão do trabalhador de telemarketing. Sites, portais e outros só dão a visão de melhora do sistema para o usuário, mas será que a voz, do outro lado da linha, será penalizada.
Em uma nota assinada pelo presidente da CUT-PE, no site da CUT, Sergio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até agora não vi uma única notícia na internet com a visão do trabalhador de telemarketing. Sites, portais e outros só dão a visão de melhora do sistema para o usuário, mas será que a voz, do outro lado da linha, será penalizada.</p>
<p>Em uma nota assinada pelo presidente da CUT-PE, no site da CUT, Sergio Goiana, ressalta que há mais de 400 mil trabalhadores no setor. &#8220;<span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: black;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 115%; font-family: 'Verdana','sans-serif';">Ao falarem pelo telefone, eles têm que seguir em muitos casos um script predeterminado e são rigidamente supervisionados, já que toda a conversa é gravada.<span> </span>A conseqüência dessa pressão já pode ser observado nos índices de doenças ocupacionais.<span> </span>Dentro desse contexto, a pior solução foi dada pelos proprietários desses serviços: demitir funcionários, repor a mão-de-obra, constantemente, e deixar para Previdência Social o grande prejuízo de funcionários afastados de suas funções, trazendo mais ônus para o combalido caixa previdenciário. Muitas dessas empresas agem com “mão de ferro” contra os homens e mulheres, desrespeitando inclusive as Leis Trabalhistas vigentes. O Governo Federal precisa intervir contra esses abusos e desmandos&#8221;, diz Goiana.</span></span></p>
<p>Portanto, é preciso ter uma contrapartida social e a sociedade, da mesma forma que reclama dos serviços prestados pelas empresas, precisam agora cobrar das mesmas funcionários qualificados e sem problemas de saúde ou pressão.</p>
<p>Não conhecia nenhum sindicato exclusivo de operadores de telemarketing. Em uma rápida busca pelo google (rápida mesmo) achei o <a href="http://www.sintratel.org.br/" target="_blank">Sintratel</a> (Sindicato dos Trabalhadores em Telemarketing) de São Paulo, filiado à CTB. Mas não havia nenhuma nota na home sobre o assunto. Nem no site da CTB, da qual é filiada).</p>
<p>Já o Sinttel-Rio, ligado à CUT, coloca em seu <a href="http://www.sinttelrio.org.br/" target="_blank">site</a> um abaixo-assinado pedindo a aprovação do projeto de lei 2673, que está na Câmara Federal desde dezembro de 2007, e que regulamenta o trabalho no setor. De acordo com o site, são quase um milhão de operadores em todo o país, a maioria mulheres, entre 18 e 24 anos e tem nesta atividade seu primeiro emprego.</p>
<p>Em resumo, será que esta nova lei vai trazer também melhorias para quem trabalha no setor ou ainda mais pressão e falta de respeito com o operador? Fica uma boa pauta para os jornais, sites&#8230;</p>
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		<title>Centrais preferem Joomla</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2008 16:21:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As centrais sindicais brasileiras utilizam o Joomla em seus portais. Das seis centrais pesquisadas, CUT, CTB e Força Sindical. O Joomla é um CMS (sistema de gerenciador de conteúdo) capaz de ser utilizado por diversos atores e com múltiplas funcionalidades. Foi feito para ser simples, a qualquer usuário que queira publicar um texto, foto ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As centrais sindicais brasileiras utilizam o Joomla em seus portais. Das seis centrais pesquisadas, CUT, CTB e Força Sindical. O Joomla é um CMS (sistema de gerenciador de conteúdo) capaz de ser utilizado por diversos atores e com múltiplas funcionalidades. Foi feito para ser simples, a qualquer usuário que queira publicar um texto, foto ou vídeo sem a necessidade de muitos conhecimentos em internet e que dispensa gastos com atualizações rotineiras.</p>
<p>Há por aí outros CMS como o Drupal, Mambo, Wordpress, Xoops (em linguagem PHP) e Django e Plone, estes dois últimos escritos em linguagem Python. O bom destes sistemas é que são em código aberto, ou seja, você não paga por licenças, só pela customização para o seu site a uma empresa que já trabalhar em seu projeto. Uma boa introdução para o tema pode ser <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2005/06/08/o-que-e-cms-e-porque-voce-precisa-de-um/" target="_blank">conferido aqui</a>. E todas as atualizações são feitas por comunidades de usuários que ajudam a melhorar o produto final.</p>
<p>A dica acima vale para os dirigentes sindicais que querem melhorar a sua comunicação, gastando apenas com as especificidades necessárias para melhorar. Tem dúvidas de qual é o melhor? Ou não entendeu nada? Deixe seu comentário que responderei.</p>
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		<title>Marcha para Brasília e as centrais</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 16:59:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este ano a quinta edição da Marcha Nacional da Classe Trabalhadora acontecerá no dia 3 de dezembro, em Brasília, com o tema Pelo &#8220;Desenvolvimento e Valorização do Trabalho&#8221;.


Veja abaixo o que cada central sindical participante fala sobre o protesto:
&#8220;O Brasil terá voz decisiva na construção desse novo arranjo internacional se for capaz de propor uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este ano a quinta edição da Marcha Nacional da Classe Trabalhadora acontecerá no dia 3 de dezembro, em Brasília, com o tema <span style="font-size: 10pt; font-family: 'Verdana','sans-serif';">Pelo &#8220;Desenvolvimento e Valorização do Trabalho&#8221;.</span></p>
<p><a href="http://www.comunicacaosindical.com.br/wp-content/uploads/2008/11/5-marcha.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-151" title="5-marcha" src="http://www.comunicacaosindical.com.br/wp-content/uploads/2008/11/5-marcha-211x300.jpg" alt="" width="211" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
Veja abaixo o que cada central sindical participante fala sobre o protesto:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">&#8220;O Brasil terá voz decisiva na construção desse novo arranjo internacional se for capaz de propor uma agenda viável para o enfrentamento da pobreza e da concentração de renda. Em parte, isso está em curso no nosso país. Mas, é preciso avançar muito mais. O Movimento Sindical dos Trabalhadores está pronto a exercer papel ativo e ser importante referência na construção desta nova ordem econômica e social&#8221;, diz a nota assinada pelas centrais no site da CGTB.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Proclamamos que os ricos devem pagar a conta da crise, mas não devemos esperar que isto ocorra espontaneamente. É preciso lutar para evitar que o ônus recaia sobre os trabalhadores e trabalhadoras. A marcha deve ser um momento alto desta luta. Daí a necessidade de uma grande mobilização&#8221;, afirma a nota da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil).</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;<span style="font-size: 10pt; font-family: 'Verdana','sans-serif';">Queremos também uma nova forma de regulamentar o sistema financeiro, para impedir que os mesmos especuladores de sempre e os aventureiros continuem atrapalhando a vida daqueles que trabalham para viver e para transformar o Brasil naquele país com que todos sonhamos&#8221;, diz </span><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Verdana','sans-serif';">Artur Henrique, presidente nacional da CUT.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span><span style="font-size: x-small;">&#8220;A Marcha é um importante instrumento de organização e luta dos trabalhadores, principalmente neste momento incertezas na economia mundial&#8221;, diz Paulo Pereira da Silva (Paulinho), presidente da Força Sindical.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana; color: #000000;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana;">&#8220;Essa mobilização visa a pressionar os três poderes, Executivo, Legislativo e Judiciário , para<span> </span>a ampliação de direitos para os trabalhadores e , por isso destaca<span> </span>a importância do envolvimento de todos&#8221;, afirma </span></span></span><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana; color: #000000;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana;">José Calixto Ramos, presidente da Nova Central (NCST).</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span class="texto"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;">&#8220;Com as Marchas de 2004, 2005, 2006 e 2007 garantimos importantes conquistas, como o maior aumento do salário mínimo por exemplo, agora, com o mesmo espírito de unidade, vamos cobrar do Congresso Nacional e do Governo Federal novos avanços que valorizem os trabalhadores e as trabalhadoras&#8221;, diz Ricardo Patah, presidente da UGT, União Geral dos Trabalhadores.</span></span></p>
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