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Release: Bancários mantêm mobilizações para que Santander responda brevemente reivindicações
Posted on fevereiro 18th, 2009 No commentsA mobilização dos bancários do Grupo Santander será mantida até que os banco espanhol responda às reivindicações dos trabalhadores pelo fim das demissões e pela implementação de alternativas que evitem dispensas por causa do processo da fusão.
O compromisso da direção do banco de responder às reivindicações dos bancários o mais breve possível foi firmado com os representantes dos trabalhadores na reunião desta terça-feira, 17, pela diretora executiva de RH do grupo, Lílian Guimarães.
Ela destacou que não houve interrupção das negociações, mas sim um intervalo mais extenso em razão da complexidade da fusão entre os dois grandes bancos.
“Os bancários estão abertos a estabelecer alternativas às demissões e vão manter-se mobilizados para que as reivindicações sejam atendidas. Se as alternativas forem aplicadas na sua integridade, as demissões não deverão ocorrer”, disse Luiz Cláudio Marcolino, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
Histórico – Há seis meses representantes dos bancários e da direção do banco negociavam alternativas às demissões, mas, alegando uma decisão do grupo na Espanha, o banco desrespeitou o processo, demitiu 400 trabalhadores no dia 15 janeiro, e suspendeu as negociações que também caminhavam para o fechamento do acordo aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho. Só no ano passado foram fechados mais de 2.700 mil postos de trabalho no Santander e no Real, sendo 1.600 no segundo semestre.
Os bancários defendem como alternativas às dispensas, o pleno funcionamento do centro de realocação interno, a implementação da licença remunerada para quem está em pré-aposentadoria e o incentivo à aposentadoria para os trabalhadores que já estão aptos. “É perfeitamente possível criar condições para que novas vagas sejam criadas e que os trabalhadores sejam reaproveitados, basta o banco espanhol se comprometer nesse caminho”, completou marcolino.
Também participaram da reunião com o Sindicato Gilberto Trazzi e Jerônimo dos Anjos, superintendentes de relações sindicais.
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Release: Bancários reúnem-se com direção do Santander, nesta terça
Posted on fevereiro 16th, 2009 No commentsOs representantes dos bancários reúnem-se nesta terça-feira, 17, às 16h, com a diretora executiva de RH do grupo Santander, Lílian Guimarães. A reunião foi marcada em reposta à solicitação do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, por carta ao presidente da empresa, Fábio Barbosa, de retomada das negociações.
Há seis meses representantes dos bancários e da direção do banco negociavam alternativas às demissões, mas alegando uma decisão do grupo na Espanha, o banco desrespeitou o processo, demitiu 400 trabalhadores no dia 15 janeiro e interrompeu as negociações que também caminhavam para o fechamento do acordo aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Só no ano passado foram fechados mais de 2.700 mil postos de trabalho no Santander e no Real, sendo 1.600 no segundo semestre.
“Queremos o fim das demissões, implementação de alternativas às demissões como o pleno funcionamento do centro de realocação interno, o incentivo à aposentadoria, além do respeito às práticas sindicais. Ninguém ganha com o clima de insegurança instaurado pelo banco, que não tem porquê demitir”, disse Luiz Cláudio Marcolino, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
Manifestações – No dia 9 de fevereiro, o coração financeiro de São Paulo, a Avenida Paulista, mudou de imagem, quando 400 cruzes foram espalhadas pelo canteiro central e calçadas, simbolizando cada uma das demissões do banco Santander, realizadas no mês de janeiro. Em marcha fúnebre os manifestantes caminharam pela calçada da Avenida para denunciar, às milhares de pessoas que passam pelo local, como o banco espanhol tem agido no país.
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A hora e a vez dos sindicatos
Posted on janeiro 19th, 2009 No commentsO título bem que poderia ser outro, mas 2009 chegou em meio ao grande circo que se instala nos meios de comunicação do país, projetando pânico e horror. Isso mesmo. Por outro lado, agora é a hora e a vez dos sindicatos e centrais sindicais mostrarem organização e disposição para a luta, já que, do outro lado, os empresários já apelam para a mudança que só prejudicaria o trabalhador: mudança das regras do jogo com o corte dos direito dos trabalhadores.
Sem a CUT, a maior central do país, as demais centrais ensaiaram uma conversa com os empresários, mas logo perceberam o erro estratégico. Em tese, suspenderam as negociações por 10 dias.
A CUT é taxativa: não discute a redução a redução da jornada de trabalho atrelada à diminuição dos salários e, pior ainda, sem a garantia da manutenção das vagas.
Na imprensa, essa absurda proposta ganhou voz. Afinal de contas, um dos interlocutores está ensaiando sua campanha ao governo de São Paulo. Mas agora as centrais recuaram. A CUT está certa, não se pode negociar os direitos dos trabalhadores.
Por isso, copiei os 30 pontos elaborados pela entidade para combater a crise. Vamos a elas:
a) DEFESA E GARANTIA DO EMPREGO
1) Nenhuma demissão. Estabilidade no emprego.2) Ratificação da Convenção nº 158 da OIT.
3) Redução constitucional da jornada máxima de trabalho para 40 horas semanais sem redução dos salários e limitação das horas extras conforme proposta da CUT.
4) Ampliação das Políticas de geração de emprego no setor privado e no setor público, especialmente para os segmentos mais vulneráveis, a exemplo das mulheres e da população negra.
5) Programa especial de geração de emprego e renda na agricultura a partir do fortalecimento da Agricultura familiar e garantia de preços mínimos.
6) Reforma Agrária: Estabelecimento de limite de propriedade da terra; atualização dos índices de produtividade; garantia de instrumentos legais de controle de compra de terras por estrangeiros; combate ao trabalho escravo.
b) INVESTIMENTOS
7) Fortalecimento da política de valorização do salário mínimo e das aposentadorias e as políticas públicas de saúde e educação, garantindo-se a ampliação de recursos do orçamento público para as áreas sociais (EC29, FUNDEB etc) e os programas de transferência de renda.8 Fim do superávit primário e ampliação dos investimentos em obras de infra-estrutura, a valorização do serviço público e das políticas sociais, a exemplo dos Territórios da Cidadania.
9) Ampliação da capitalização do BNDES e dos recursos para o orçamento corrente da instituição, visando o financiamento dos investimentos e, desta forma, reduzir a taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP).
10) Revogação da Lei de Responsabilidade Fiscal.
c) CRÉDITO
11) Nenhum recurso financeiro deve ser concedido à especulação.12) Qualquer instituição financeira que apresente estado de falência deve ser estatizada.
13) Criação de mecanismos como multas, taxas, punições administrativas, entre outras, que assegurem a concessão de crédito à economia e que os recursos liberados pelo governo federal cheguem à economia real, não sendo utilizados pelos bancos para outros fins.
14) Qualquer “socorro” que o governo resolva conceder às instituições financeiras e não-financeiras que apresentem problemas em função da atual crise internacional deve ter contrapartidas, a partir dos seguintes critérios:
14.1 Garantia da manutenção do nível de emprego nas instituições financeiras e não-financeiras.
14.2 Garantia de estabilidade de emprego nos processos de fusões e incorporações.
14.3 Que os volumes de recursos dos programas de apoio serão devolvidos ao Estado, em parcelas e prazos previamente determinados.
14.4 Limitação dos rendimentos dos executivos das instituições financeiras e não-financeiras.15) Ampliação das ações para garantir crédito e seguro para a agricultura familiar, como também o crédito imobiliário, visando combater o déficit habitacional.
d) MEDIDAS EMERGENCIAIS
16) Estruturação pelo Governo Federal de Plano de Renegociação de Dívidas para pequenas empresas, assalariados e trabalhadores em geral.17) Redução do impacto da desvalorização do real nos preços dos alimentos e produtos de primeira necessidade, por meio, entre outros, da redução dos impostos internos, com a contrapartida da manutenção de preços.
18) Construção do Contrato Coletivo Nacional de Trabalho.
19) Constituição, em caráter emergencial, de Câmaras Setoriais e especialmente nos setores mais atingidos pela crise do crédito e retração da atividade econômica (construção civil, têxtil e calçados, alimentação etc), de forma que as iniciativas de apoio do Estado representem contrapartidas na área da garantia do emprego, melhoria das relações de trabalho em cada setor.
20) Valorização do salário mínimo, com a incorporação da variação dos preços da alimentação já no reajuste de 2009.
21) Interromper os processos de privatização do patrimônio público (Embrapa e Infraero), o leilão das reservas petrolíferas, bem como revogar o marco regulatório herdado do Governo FHC, de modo que a riqueza do pré-sal seja explorada em benefício da Nação.
22) Retirada do Projeto de Lei que propõe a implantação das Fundações Estatais de Direito Privado.
e) GARANTIAS DOS DIREITOS DOS TRABALHADORES
23) Ampliação dos direitos dos trabalhadores e retirada dos projetos de flexibilização hoje existentes no Congresso Nacional, como o PL nº 4302/1998, que trata do trabalho temporário e da terceirização.24) Garantia de cumprimento pleno dos acordos coletivos firmados com os servidores públicos em todas as esferas de governo (federal, estadual e municipal) e ratificação da Convenção nº 151, que prevê a negociação coletiva para os servidores públicos.
25) Garantia do cumprimento da Lei que estabelece o Piso Nacional do Magistério.
f) POLÍTICAS ECONÔMICAS
26) Sistema de Metas de Inflação mais flexível, com a efetiva utilização do intervalo de taxas de inflação admissíveis, sem determinar qual a meta-centro.g) SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL E INTERNACIONAL
27) Regulamentação do artigo nº 192 da Constituição Federal, que trata da regulação e do papel social do Sistema Financeiro.28) Fortalecimento do papel social dos bancos públicos.
29) Por meio de uma ampla articulação desenvolvida no âmbito da CSI e da CSA, promover uma agenda de debates e ações visando a estruturação de nova ordem financeira internacional, que, entre outros, estabeleça maior controle das operações das instituições financeiras e do fluxo de capitais entre os países, de modo a minimizar os impactos gerados nas economias nacionais.
30) Fortalecimento do Mercosul como forma de reduzir os impactos dos fluxos de saída de capitais externos. Este fortalecimento deve enfatizar os aspectos de complementaridade dos projetos e o desenvolvimento da dimensão social, com o estabelecimento de contrapartidas e aplicação da Declaração Sócio-Laboral.
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Conferência sindical internacional
Posted on dezembro 8th, 2008 No commentsNos dias 9 e 10 de dezembro acontece em São Paulo a 8ª Conferência Internacional Pesquisa e Ação Sindical. Aqui o link do evento, organizado pelo Instituto Observatório Social
“Lançada com o objetivo de aproximar empresas, sindicatos e sociedade em torno de assuntos comuns, a conferência deste ano trará como tema Redes a Serviço do Movimento Social e da Ação Sindical e promoverá o diálogo, a reflexão e a troca de experiências sobre conceitos de trabalho em rede e as vantagens oferecidas às organizações”, diz o texto sobre o evento.
A conferência tem inscrição gratuita e vagas limitadas. Mais informações sobre o evento, programação e inscrições podem ser acessadas no site www.os.org.br/peas.
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Festa do Baraldi
Posted on novembro 25th, 2008 No commentsAbro espaço para a divulgação da Festa do Baraldi 2008. O cartunista trabalha tanto para o movimento sindical quanto a sua outra paixão: o rock.
Na festa, que terá as bandas Exxotica e Baranga, serão lançados os livro “Vale-tudo” e o boneco “Ginho, o ET de Varginha”. A entrada é franca.
Como o Baraldi é multimídia, também haverá uma dezena de computadores para a criançada brincar com o game do Roko-Loko, outro de seus personagens. Aliás, game este que já vendeu mais de 500 mil cópias.
Então anota ai, dia 29 de novembro, sábado, a partir das 14h, no Bar Blackmore (al. Maracatins, 1317, atrás do Shopping Ibirapuera), em São Paulo.




