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	<title>Comunicação Sindical &#187; comunicação</title>
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		<title>Miro: sindicatos precisam enxergar a comunicação sob um novo viés</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 00:52:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[Abaixo a reprodução da entrevista de Altamiro Borges ao portal da CTB. Leia aqui na íntegra.
“É preciso parar com a  ideia de que comunicação é gasto, algo que se faz por obrigação.  Comunicação não é gasto e talvez seja um dos mais importantes  investimentos da área sindical&#8221;. É de forma direta que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Abaixo a reprodução da entrevista de Altamiro Borges ao portal da CTB. <a href="http://portalctb.org.br/site/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=9929:para-altamiro-borges-sindicatos-precisam-enxergar-a-comunicacao-com-um-novo-vies&amp;catid=97:entrevista-da-semana&amp;Itemid=266">Leia aqui na íntegra</a>.</h3>
<p>“É preciso parar com a  ideia de que comunicação é gasto, algo que se faz por obrigação.  Comunicação não é gasto e talvez seja um dos mais importantes  investimentos da área sindical&#8221;. É de forma direta que o jornalista  Altamiro Borges, o Miro, expõe seu ponto de vista sobre o modo como os  sindicatos no Brasil lidam com esse tema.</p>
<p>Para Miro, atual  secretário de Questão da Mídia do PCdoB e presidente do Centro de  Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, é preciso enfrentar uma  certa visão burocratizada sobre comunicação que os sindicatos ainda  mantêm, algo que os deixa distantes da maioria da população, em especial  dos jovens trabalhadores.</p>
<p>Além de analisar a comunicação  realizada pelo mundo sindical, Miro falou também nesta conversa com o  Portal CTB sobre os desmembramentos da 1ª Conferência Nacional de  Comunicação (Confecom), da forma como a chamada “grande mídia” deve se  comportar durante as eleições deste ano e de que maneira o Centro de  Estudos Barão de Itararé tem se organizado para reunir os profissionais  da imprensa que se colocam como alternativa ao monopólio existente no  país.</p>
<p>Na opinião de Miro, é importante que os veículos  progressistas de comunicação deixem de ser considerados como uma mídia  alternativa. “Não podemos ser só ‘alternativa’ num sentido mais  marginal, mas sim uma alternativa à mídia tradicional”, defende. Confira  abaixo a entrevista:</p>
<p><strong>Após alguns meses de existência do  “Barão de Itararé”, que tipo de balanço é possível fazer de sua atuação  nesse debate sobre a mídia no país?</strong></p>
<p>O nosso Centro de  Estudos é resultado dessa fase recente na qual a mídia hegemônica se  assumiu como um veículo da oposição, que blinda os demo-tucanos e ao  mesmo tempo ataca, às vezes de forma irresponsável, o governo Lula e sua  candidata — como nos casos da ficha falsa da Dilma ou naquela história  de que o Lula teria estuprado um rapaz na cadeia. Enfim, são coisas  irresponsáveis, que surgem desse desmascaramento da mídia, que avança  junto com a luta pela democratização da mídia no Brasil, cujo ponto alto  foi a Confecom, em dezembro do ano passado.</p>
<p>O “Barão de  Itararé” é fruto disso. Esse Centro, ao propor o fortalecimento da luta  pela democratização da comunicação e dessas novas mídias alternativas e  comunitárias, ao investir na formação, na reflexão sobre o tema e  possibilitar determinados estudos dessa área, acabou agregando gente —  nosso Conselho Consultivo é uma foto interessante do que é o “Barão de  Itararé”. Ele consegue reunir quase todas as publicações progressistas  do Brasil, com jornais, revistas, blogs e sites, veículos como “Revista  Fórum”, “Agência Carta Maior”, “CartaCapital”, “Caros Amigos”,  jornalistas de renome que vêm tendo uma postura crítica desse papel da  mídia, como Luis Nassif, Leandro Fortes, Rodrigo Vianna, Azenha, Paulo  Henrique Amorim, Maria Inês Nassif, além de entidades que representam  essa mídia pública e comunitária, como a Associação Brasileira de Rádios  Comunitárias, a Associação Brasileira de TVs Comunitárias, a Associação  de Rádios Públicas e a Associação Brasileira de TVs Públicas. Há pouco,  a Tereza Cruvinel, da TV Brasil e da Empresa Brasil de Comunicação  (EBC), anunciou sua intenção de participar do nosso Conselho, que é algo  cuja formação ainda segue em aberto.</p>
<p>Além de reunir todos esses  setores que fazem o contraponto à mídia privada (nos dois sentidos  possíveis da palavra), a amplitude do “Barão de Itararé” também se dá  pela participação dos movimentos sociais. O MST e a Contag, a CUT, a CTB  e a Força Sindical, por exemplo, estão lá representados. Isso mostra o  quanto ele é representativo.</p>
<p>Estamos no momento encaminhando  outras coisas, com destaque para duas: a primeira é o fato de o “Barão  de Itararé” ser o organizador, junto com outras entidades, do Primeiro  Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas, entre os dias 21 e 23 de  agosto, ainda em local a ser confirmado. A ideia é discutir o papel de  ferramentas como os blogs e o twitter da internet, em meio à disputa de  ideias que se dá na sociedade brasileira em um ano de eleições. A ideia é  que esse encontro tenha um caráter de formação, no sentido de que os  novos blogueiros tenham contato com o que há de mais moderno nessa área,  como um curso mesmo.</p>
<p><strong>É importante destacar essa questão  da formação. O “Barão de Itararé” tem como por objetivos estimular o  surgimento de novos profissionais como esse perfil progressista. Como  isso vai se dar nesse Encontro Nacional de Blogueiros?</strong></p>
<p>Esse  encontro, além da parte política, será muito rico devido a esse aspecto  da formação. O cara chega lá e vai descobrir como se usa o twitter — ou  como se faz a “twittelatura”, como diz o nosso colega jornalista  Bernardo Joffily. E desse encontro também queremos tirar um saldo  organizativo, que deve ser mais bem discutido ainda. Existem ideias de  que no Brasil nós deveríamos seguir o modelo de coalizão de blogueiros  que existe nos Estados Unidos — algo que já existe há algum tempo e que  cresce anualmente.</p>
<p>Queremos que esse encontro seja anual e que  esse saldo organizativo analise certos problemas pontuais. Um exemplo é o  problema jurídico que muito blogueiros vêm enfrentando, algo que acaba  asfixiando muitos deles, pelos custos envolvidos com advogados. No  Amapá, o senador José Sarney tem perseguido duas blogueiras. Em Santa  Catarina está acontecendo o mesmo com o Amilton Alexandre (responsável  pelo blog “Tijoladas do Mosquito”, veículo que denunciou um caso de  estupro que envolve o filho do dono da RBS, emissora afiliada à Rede  Globo na Região Sul), que já tem ao menos 50 processos. Precisamos ver  como criar um anteparo jurídico para os blogueiros.</p>
<p>Além disso,  temos que ver qual é a bola da vez. E o que está quicando em nossa área é  a questão do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), projeto aprovado na  Confecom e apoiado pelo governo federal, mas que vem apanhando das  operados de telefonia, pelo prejuízo que elas podem ter caso o plano  realmente vingue. Quanto a nós, temos que fazer o contraponto, fazer  vingar o PNBL, no sentido de melhorá-lo, pois apesar de representar um  avanço, ainda ter limitações.</p>
<p>Assim sendo, o modo como vamos  entrar nessa discussão é por meio de um gibi, para atingirmos aqueles  que mais têm interesse no acesso à banda larga no país: a juventude.  Temos que mexer com a moçada, para mostrar o que isso pode representar e  evitar que eles sejam excluídos digitais.</p>
<p><strong>Ainda no que  diz respeito à questão da formação de comunicadores, como tem sido o  diálogo do Centro com as universidades?</strong></p>
<p>Nas reuniões que  já fizemos do Conselho Consultivo essa é uma questão prioritária. Temos  que agir junto à juventude e, mais especificamente, junto à juventude  que está se formando para ser jornalista. Temos um problema seriíssimo  de formação, pois o jornalismo deixou de ser visto como uma atividade  ética, que procura a verdade, e faz parte dessa sociedade do espetáculo —  muita gente quer ser jornalista pra virar um William Bonner e uma  Fátima Bernardes, para virar bobo da corte de alguma dessas empresas.  Isso é algo sério e é muito diferente de outras épocas, quando passavam  pelos bancos das faculdades pessoas com mais senso crítico, que podiam  contribuir para a sociedade.</p>
<p>Assim, uma das prioridades é o  trabalho com essa juventude. Temos professores da Cásper Líbero, da  UFRJ, o Leandro Fortes é professor em Brasília, o Dênis Oliveira é  professor da USP. Queremos ampliar esse quadro, pois o ideal é que a  gente tivesse as principais universidades em nosso Conselho. Temos que  agregar mais pessoas que estão nas universidades, inclusive deslocando  parte de nossas atividades de formação para esses centros de  conhecimento. Muitas vezes fazemos nossas reuniões em espaços mais  politizados, como nas sedes de sindicatos de jornalistas, mas precisamos  levar esses debates para as universidades.  Temos que instigar o  pensamento crítico nesses locais, falar de outro tipo de jornalismo.</p>
<p><strong>O  “Barão de Itararé” tem em sua diretoria profissionais com opiniões  distintas sobre a obrigatoriedade do diploma de jornalismo. Qual a sua?</strong></p>
<p>Acho  que o diploma estava defasado, em função dessas mudanças do setor de  mídia. Acho, sim, que é necessário um novo tipo de regulamentação da  profissão, mas isso deveria ter sido discutido pelos jornalistas e pela  sociedade, e não por meio de uma ação das empresas de comunicação. Sou  favorável a rediscutir o tema, mas creio que a decisão tomada pelo  Supremo Tribunal Federal não levou em conta fatores como as novas  mídias, sendo algo a pedido das empresas de comunicação, para precarizar  a profissão e facilitar a exploração. Portanto, eu era favorável a  rediscutir a questão do diploma, mas sou contra acabar com ele da forma  como foi feito.</p>
<p><strong>É fato que a concentração da mídia em  poucas empresas abre brechas para que surjam veículos independentes e  progressistas, mas como fazer para torná-los mais populares e conhecidos  do grande público?</strong></p>
<p>Esse é um problema que requer certo  cuidado devido a dois extremos. Um deles é achar que essa mídia que está  aí mantém a mesma força de antes. Ela hoje sofre dificuldades,  especialmente pelas mudanças tecnológicas (ou pelo avanço das forças  produtivas, como diria um certo velho barbudo) que têm na internet seu  ponto principal de abalo à mídia tradicional. Por outro lado, ela também  está mais vulnerável porque sua credibilidade está sendo questionada.</p>
<p>O  outro extremo é achar também que a internet, os blogs e certos sites já  “estão com a macaca”. Esses blogs ainda têm um público viciado. Na  minha opinião, não dá para não perceber que estão havendo mudanças, mas  não podemos achar que estamos com a bola toda — esses dois extremos  estão equivocados.  Precisamos, então, ver como essa mídia mais  alternativa pode vir a cumprir um papel de ser uma alternativa à mídia.  Esse é o grande desafio. Leandro Fortes sempre tem falado isso, no  sentido de que não podemos nos contentar com a pequenez. Não podemos ser  só “alternativa” num sentido mais marginal, mas sim uma alternativa à  mídia tradicional. Para isso, temos algumas questões gerais para  enfrentar. Uma delas é esse PNBL, pois se há um plano que fala em  atingir 48 milhões de residências em quatro anos, com gerenciamento  estatal, universalizando esse direito, o que se tem é uma maior chance  de mais pessoas acessarem certos conteúdos que se colocam como  alternativa à mídia que está aí.</p>
<p>Outro ponto que precisa ser  destacado é a melhora do nosso próprio conteúdo. Pela nossa  precariedade, ainda somos um jornalismo de muita opinião, enquanto  precisamos ter também um jornalismo de produção de notícias, que vá  atrás, que pesquise, que faça reportagens. É claro que isso exige certa  estrutura, mas temos que ir atrás desse tipo de jornalismo de alta  qualidade, para podermos então disputar com esse jornalismo manipulador  existente.</p>
<p><strong>Você falou de certo enfraquecimento da mídia  tradicional. Em 2006, ela foi forte o bastante para impedir que Lula se  reelegesse no primeiro turno, mas não para levar Alckmin à vitória.  Passados quatro anos e às vésperas de novas eleições presidenciais, em  que patamar se encontra esse poderio da imprensa?</strong></p>
<p>Acho  que ainda vamos ver nesses próximos três meses. Espero estar enganado,  mas creio que essa imprensa ficará ainda mais raivosa do que em 2006.  Naquela ocasião, as próprias circunstâncias trouxeram à tona fatos que  permitiram que a mídia desse certa repercussão — alguns gestos  “aloprados” facilitaram esse tipo de coisa. Era também o fim de um  primeiro mandato do Lula, enquanto agora o que temos é um governo que se  consolidou muito, que tem uma popularidade nas alturas e muito difícil  de se criticar, por qualquer ótica.</p>
<p>O que se pode falar? A  economia está bombando, os empresários ganhando dinheiro como nunca, o  governo tem mais destaque internacional e amplia enormemente as  políticas sociais. Com esse cenário, a oposição encara sérias  dificuldades. Diante disso, acho que Gramsci tinha razão, ao dizer que  na crise das instituições burguesas a imprensa assume o papel de partido  do capital. E agora eu acho que essa imprensa vai ter que ser muito  mais agressiva se quiser evitar a continuidade desse projeto — algo que  sem dúvida ela quer, até por uma questão de classe.</p>
<p>Quando esse  governo assumiu o segundo mandato, a Globo recebia quase 70% de toda a  sua publicidade oficial. Hoje esse número ainda é grande, de 48%, mas  essa questão da publicidade foi bastante descentralizada, o governo  conseguiu democratizar um pouco isso. Outro dia, a comentarista  Cristiana Lobo, da Globo, disse algo que não sei se foi só uma boa  análise ou um recado. Ela disse que para o Democratas e o PSDB esta  eleição é de vida ou morte, pois em caso de derrota a situação vai se  complicar muito. Acho que ela tem razão, mas essa turma está sem  proposta, sem discurso. Antes havia a questão da ética, mas depois do  episódio Arruda e dos problemas da Yeda, no Rio Grande do Sul, ficou  difícil falar nisso. Além disso, ela não pode escancarar seu programa  real de governo e chamar o Bolsa Família de “Bolsa Esmola”. Assim, quem  vai fazer esse trabalho é a mídia. Sua tendência neste ano é ser mais  explicitamente ideologizada — e isso pode ser fatal para ela, de modo a  enfraquecê-la.</p>
<p><strong>Diante desse cenário, como você tem visto a  forma como a campanha da Dilma tem se preparado para enfrentar a  batalha que está por vir?</strong></p>
<p>Ainda é difícil avaliar. O Rui  Falcão, que é o coordenador dessa área, é sem dúvida alguém muito  competente, um jornalista que entende bastante do assunto. Acho que o  pessoal da área de internet também é muito criativo e, mais importante  do que isso, creio que a Dilma tem dado respostas muito incisivas às  provocações da mídia, desde aquele episódio da “Folha” com o  “Ditabranda”. Ela tem se mostrado uma pessoa de mais opinião, comprando  certas brigas, indo para certas polêmicas. E, no que diz respeito à  parte de TV, ela certamente está assessorada por um grande profissional e  excelente estrategista, que é o João Santana.  Creio que, de forma  geral, o time está bem montado, mas temos que ver como será a guerra,  que deverá começar somente agora, com o final da Copa do Mundo e a  proximidade das eleições.</p>
<p><strong>No último dia 1º houve uma  reunião em Brasília para tratar dos desmembramentos da Confecom. Diante  da amplitude das propostas levantadas em dezembro, esse encontro  conseguiu ser mais produtivo?</strong></p>
<p>Foi, sim, extremamente  positiva a realização dessa reunião, embora ela tenha demorado a  acontecer. Ao contrário dos empresários, que sabotaram a Confecom, mas  vieram a ser reunir logo depois de sua realização, nós demoramos muito —  mas antes tarde do que nunca. Havia cerca de 50 pessoas de vários  estados e vimos um esforço para definir o que deve ser prioridade. Das  633 propostas, avaliamos o que era prioritário e chegamos a 70 — o que  ainda é muito. Prioridade de verdade seria se tivéssemos apenas dez ou  talvez três prioridades, que a meu ver seriam o PNBL, o Conselho  Nacional de Comunicação e a Regulamentação da Constituição. Infelizmente  cada setor acaba achando que sua reivindicação é a mais importante,  mas, de qualquer forma, já tivemos algum avanço.</p>
<p>Outro dado  positivo foi o fato de tirarmos um certo cronograma de ação e  organização. Temos que recompor a Comissão Nacional pró-Conferência, que  se dissipou depois de dezembro — e isso a reunião do dia 1º já definiu.  Também no que diz respeito à organização, definimos a necessidade de  nos organizarmos nos estados. No que diz respeito à ação política,  tentaremos comprometer os candidatos neste ano junto a uma plataforma de  democratização da comunicação.</p>
<p><strong>Ainda sobre a Confecom,  sabe-se que alguns pequenos empresários progressistas decidiram criar  uma nova entidade para defender seus direitos. Em que estágio está a  criação da Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores da  Comunicação (Altercom)?</strong></p>
<p>A exemplo do “Barão de Itararé”,  que surge desse processo da luta pela democratização e é filho da  Confecom, a Altercom é mais filho ainda daquela Conferência. Ela foi uma  sacada que surgiu ainda no processo de formação da Confecom, no momento  em que os empresários tentaram sabotá-la. De repente vimos que a mídia  mudou muito. Se por um lado temos os monopólios, de outro temos vários  pequenos empresários, donos de pequenos sites. O blogueiro, por exemplo,  é um PJ (termo que se usa para “Pessoa Jurídica”), um empresário. Temos  os sites e revistas progressistas e, portanto, decidimos adotar a  tática do “entrismo”. Já que eles quiseram ficar de fora, vamos ocupar  esse espaço.</p>
<p>A Altercom é fruto disso. Ela é uma entidade  empresarial. É uma associação como a Abert, que representa a Globo, a  Record e a SBT, como a ANJ, que representa jornais como a “Folha” e o  “Estadão”, como a ANER, que representa editoras e revistas como a  “Veja”. A Altercom, por sua vez, representa as empresas e os  empreendedores individuais. Seu objetivo é o de defender os interesses  desses empreendedores, como a luta por publicidade, por lugar em bancas,  por barateamento de papel e também se pronunciar politicamente.</p>
<p>Recentemente,  a Abert voltou a publicar um documento criticando a Confecom; a  Altercom, por sua vez, vai parabenizar a Conferência. Resumindo, a  Altercom é uma representação de interesses econômicos e políticos desse  setor progressista empresarial. Ainda é algo que está dando seus  primeiros passos, está neste momento dando entrada em seu registro e vem  realizando suas primeiras reuniões.</p>
<p><strong>O Portal CTB terá  uma editoria de mídia a partir desta semana. Em termos gerais, que  análise você faz sobre como o movimento de trabalhadores e os movimentos  sociais em geral podem agir para não ficar para trás nesse debate sobre  a mídia e também contribuir para seu aprimoramento?</strong></p>
<p>Tenho  para mim que os movimentos sociais em geral — e o movimento sindical em  particular, por ter mais estrutura e ser estruturante — têm que parar  de chorar. Não adianta mais ficar reclamando que a cobertura da TV Globo  é sacana, que a “Veja” chama sindicalista de vagabundo, etc. Não  adianta ficar reclamando. Não adiantar ter ilusão com essa mídia que  está aí.  Muitas vezes algumas lideranças ficam reclamando, mas não veem  a hora de serem entrevistados pela “Veja”, pela “Folha” ou pelo  “Estadão”. Tudo bem, eles não podem se esconder, mas não adianta ficar  reclamando.</p>
<p>Se não adianta mais ficar reclamando, eles têm que  investir na sua própria comunicação. É preciso parar com a ideia de que  comunicação é gasto, algo que se faz por obrigação. Comunicação não é  gasto e talvez seja um dos mais importantes investimentos da área  sindical.  Às vezes o movimento sindical gasta dinheiro com besteiras e  não investe em uma área decisiva como a comunicação. Outro velho  barbudo, Friedrich Engels, dizia que a luta de classes se dá em três  terrenos: o econômico, o político e o das ideias. O movimento sindical  tem que investir nesse último terreno. Não dá mais para achar que um  diretor sozinho tem a capacidade de convencer a milhões de  trabalhadores. Investir nesse terreno é priorizá-lo.</p>
<p>Nesse  sentido, é preciso enfrentar uma certa visão burocratizada sobre  comunicação que os sindicatos ainda têm. Perdoe-me a dureza, mas parece  que o diretor sindical, por ser um ótimo orador, é capaz de fazer todo o  necessário para se comunicar. O próprio Lula acha isso — e esse talvez  tenha sido um dos motivos pelos quais o governo não investiu como  deveria contra essa hegemonia. Essa visão rebaixada de comunicação não é  a mesma que os empresários têm. Se você pegar a parcela do PIB dos  Estados Unidos investido em comunicação, é algo elevadíssimo.</p>
<p>Eu  chego a dizer que deveríamos chamar o Edir Macedo para termos uma noção  da importância da comunicação. Sem isso, sua igreja estaria morta.  Temos que fazer com que a ficha caia. Temos que sair dessa visão  artesanal, espontânea e meio burocrática de comunicação, pois se trata  de algo decisivo na luta de ideias. E, ao sair, aperfeiçoar essa visão.  Não basta mais investimento sem melhorar os veículos. Não estamos  conseguindo trazer a juventude, não conseguimos falar com a juventude — e  o pouco que falamos é a partir de uma linguagem envelhecida, que não  capta essa nova realidade do áudio, do vídeo, desse mundo das coisas  mais rápidas. Essa ficha precisa cair.</p>
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		<title>Uma nova rede no ar</title>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2009 16:46:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[lançamento do site Rede Brasil Atual]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros, com muita satisfação gostaria de sugerir uma visita ao novo Rede Brasil Atual. Para entender um pouco esse processo da criação de uma nova mídia, <a href="http://www.redebrasilatual.com.br/temas/politica/um-novo-brasil-na-rede/view" target="_blank">leia o texto de abertura</a> ou veja o vídeo abaixo.</p>
<p><object width="560" height="340" data="http://www.youtube.com/v/8iiNmN0tqZo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/8iiNmN0tqZo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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		<title>Além do orkut</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 14:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[O Orkut é a rede social mais visitada no Brasil. Mas não é a única. Em cada país há a sua preferida. Há uma em especial que está mexendo com a forma tradicional de se fazer jornalismo: o Twitter.
No Brasil as maiores campanhas salariais começam no segundo semestre. Portanto, dá tempo ainda de pesquisar sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Orkut é a rede social mais visitada no Brasil. Mas não é a única. Em cada país há a sua preferida. Há uma em especial que está mexendo com a forma tradicional de se fazer jornalismo: o Twitter.</p>
<p>No Brasil as maiores campanhas salariais começam no segundo semestre. Portanto, dá tempo ainda de pesquisar sobre o assunto, conversar com diretores responsáveis pela comunicação e fazer o teu perfil, ou melhor, da sua entidade.</p>
<p>O que fazer? O Twitter é um mini-blog. Diferente deste, por exemplo, pois você só pode postar uma nota com no máximo 140 toques. Mas o número de posts é ilimitado. E você também pode usar seu celular para postar.</p>
<p>Há duas soluções para o Twitter: uma com a categoria em si e outra com os jornalistas da sua cidade que cobrem economia, política ou todos eles.</p>
<p>Qual a vantagem? Mesmo nos grandes sindicatos essa ferramenta pode ser bem utilizada. Imagine que o seu diretor, responsável por aprovar o texto que irá para a imprensa só possa fazê-lo as 19h. Será mais um e-mail para as caixas postais lotadas dos atolados jornalistas que estão no deadline.</p>
<p>Com o Twitter é possível postar na rede e ainda deixa-los informados sobre o que acontece a cada passo de uma reunião ou greve.</p>
<p>E a categoria? Os trabalhadores cadastrados na tua rede poderão saber em primeira mão o que aconteceu ao final da assembléia, já que o teu site ainda não está estruturado para ser ágil.</p>
<div></div>
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		<title>O YouTube é a sua TV. Veja porque você precisa dele</title>
		<link>http://www.comunicacaosindical.com.br/2009/02/19/o-youtube-e-a-sua-tv-veja-porque-voce-precisa-dele/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 16:33:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um post antigo eu havia comentado sobre a importância de utilizar o YouTube para postar seus vídeos.
Bom, o Google fez uma palestra sobre esta ferramenta e disponibilizou na web. Então, tá aqui em baixo para você assistir e entender porque precisa do YouTube para fazer comunicação. Já é hora dos sindicatos contarem com uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um post antigo eu havia comentado sobre a importância de utilizar o YouTube para postar seus vídeos.</p>
<p>Bom, o Google fez uma palestra sobre esta ferramenta e disponibilizou na web. Então, tá aqui em baixo para você assistir e entender porque precisa do YouTube para fazer comunicação. Já é hora dos sindicatos contarem com uma TV e pela web é muito mais barato. Vale a pena investir.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="295" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ch5oTkyvCbM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/v/ch5oTkyvCbM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="295" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ICg4F09MSQI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/v/ICg4F09MSQI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="295" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/P7dXn8Z-vyU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/v/P7dXn8Z-vyU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Orkut é desafio para sindicalistas</title>
		<link>http://www.comunicacaosindical.com.br/2009/02/17/orkut-e-desafio-para-sindicalistas/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 17:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Quando começou, o Orkut parecia coisa de gente sem ter o que fazer, de recuperar amigos antigos que você não via a um tempão.
Bom, foi. Agora a realidade é outra. Se você tem algum destes sintomas em relação ao Orkut (o Orkut só serve para encontrar pessoas. Invade a privacidade alheia. Só tem bobagem. As [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.orkut.com.br"><img class="aligncenter size-full wp-image-237" title="orkut3" src="http://www.comunicacaosindical.com.br/wp-content/uploads/2009/02/orkut3.jpg" alt="" width="500" height="191" /></a><br />
Quando começou, o Orkut parecia coisa de gente sem ter o que fazer, de recuperar amigos antigos que você não via a um tempão.</p>
<p>Bom, foi. Agora a realidade é outra. Se você tem algum destes sintomas em relação ao Orkut (o Orkut só serve para encontrar pessoas. Invade a privacidade alheia. Só tem bobagem. As pessoas criam comunidades ou se associam em milhares e nunca voltam) , é bom ler este post com atenção.</p>
<p>Pode parecer contraditório, mas eu também acho que sob a ótica antiga de relacionamento social o Orkut é realmente um invasor. Entretanto, o mundo com a internet mudou. Em uma era que poderíamos definir como a do compartilhamento, há um novo jeito de fazer sindicalismo no Brasil.</p>
<p>Tudo isso para dizer que hoje o Orkut é no Brasil uma rede enorme de participação. Há comunidades que são visitadas diariamente por jornalistas e que influenciam em reportagens no jornal diário que você lê. Se você é jornalista, pode encontrar personagens para as suas matérias. Antes, você descia na esquina da redação e começa a fazer um fala-povo. Hoje pode encontrar alguém do outro lado do mundo e saber a sua opinião sobre qualquer assunto. Basta procurar.</p>
<p>Para o meio sindical é uma nova porta que se abre, a da interação virtual com a base. Sem preconceitos, é um caminho e tanto pois o adolescente/internauta de hoje será o trabalhador do amanhã.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Otimização de sites pode ser uma boa saída</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 14:41:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[Quer dizer, pode ser uma boa entrada de internautas em seu site. O que significa isso? Se você já ouviu as siglas SEO ou SEM juntas mas não entendeu nada, saiba que são armas poderosas para ajudar no aumento de audiência do seu site.
SEO, ou Search Engine Optimization, nada mais é do que otimizar seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quer dizer, pode ser uma boa entrada de internautas em seu site. O que significa isso? Se você já ouviu as siglas SEO ou SEM juntas mas não entendeu nada, saiba que são armas poderosas para ajudar no aumento de audiência do seu site.</p>
<p>SEO, ou Search Engine Optimization, nada mais é do que otimizar seu site para os motores de busca reconhecerem seu site, blog&#8230; Há na web uma lista enorme de sites ou blogs que discutem sobre o tema. Já o SEM é a mesma coisa, mas ligada ao marketing nos buscadores Google, Yahoo, entre outros.</p>
<p>Abaixo, uma conversa real entre imaginários personagens do mundo sindical (um diretor, um jornalista e um webmaster).<br />
Isso dá resultado? Sim. Se você aplicar as técnicas corretas ajuda e muito.<br />
Como se pratica esse tal SEO? Olha, pra começar, pelo desenvolvimento da página. Mas o jornalista também tem de saber o porquê dessas técnicas e até pode aplicá-las.<br />
Eu preciso contratar alguém para pensar nisso? Sim e não. Sim, se no teu caso não há ninguém que entenda um pouco de internet/web. Não, se você tem um departamento de TI, por exemplo.<br />
E os jornalistas? Bom, se você tem mais de um trabalhando, retire um para que ele possa aprender.<br />
Mas nosso site só tem um ano de vida. Vou ter de fazer outro novinho? Não, não precisa. Basta aplicar as técnicas.<br />
E quando fizermos outro? Bom, aí dá para começar a utilizar desde o início.</p>
<p>Brincadeiras a parte, é normal quando nossos três personagens fictícios se reúnem para falar de web. Simples, porque a cada dia a barreira entre tecnologia e comunicação/jornalismo cai. Mais ou menos como se a cada dia um tijolo fosse retirado de um grande muro. Dá trabalho, mas no fim, a comunicação vai ganhar e você poderá distribuir melhor a sua mensagem.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um site é só um site</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 20:09:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
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		<description><![CDATA[A grande maioria dos sites sindicais está desatualizado frente a revolução que a internet comanda de tempos em tempos. Vale lembrar que a internet ainda engatinha. E mesmo se o seu sindicato está conectado à web é bom prestar atenção em relação ao que acontece ao mercado.
Muitas vezes algumas soluções dependem exclusivamente de quem é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A grande maioria dos sites sindicais está desatualizado frente a revolução que a internet comanda de tempos em tempos. Vale lembrar que a internet ainda engatinha. E mesmo se o seu sindicato está conectado à web é bom prestar atenção em relação ao que acontece ao mercado.</p>
<p>Muitas vezes algumas soluções dependem exclusivamente de quem é o responsável pela comunicação e não do departamento financeiro. Por exemplo? Você sabe quantos são e quem são os visitantes do seu website?</p>
<p>Há no mercado diversas ferramentas para avaliação, algumas pagas outras gratuitas. Dentre elas, se destaca o Google Analytics (sempre eles). O Yahoo! também tem o deles.</p>
<p>Mesmo gratuito, essas ferramentas auxiliam ao jornalista responsável pela página saber quais são as notícias, as páginas, o tempo, qual o caminho o internauta fez dentro do seu site até sair da página, o local&#8230;</p>
<p>Quer saber mais? Leia um e-book (você pode baixar gratuitamente) chamado Web Analytics &#8211; Uma visão brasileira, organizado por Ruy Carneiro. No final tem até um glossário caso você não entenda muito sobre o tema (<a href="http://superdownloads.uol.com.br/download/85/web-analytics-visao-brasileira/" target="_blank">veja aqui</a>).</p>
<p>Repito, vale a pena, inclusive para pensar estratégias de comunicação com a base.</p>
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		<title>Internet só perde para a TV</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 18:29:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[Leia no blog do jornalista Luis Nassif sua coluna sobre como a internet já desbancou os jornais nos EUA e só perde para a TV.
Também no Blog do Nassif você lê uma entrevista com Manuel Castells, publicada originalmente pelo jornal El Pais, da Espanha.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leia no blog do jornalista Luis Nassif sua coluna sobre como a <a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/29/a-maioridade-da-internet/" target="_blank">internet já desbancou os jornais</a> nos EUA e só perde para a TV.<br />
Também no Blog do Nassif você lê uma entrevista com<a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/29/castels-e-a-internet/" target="_blank"> Manuel Castells</a>, publicada originalmente pelo jornal El Pais, da Espanha.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Admirável luta nova</title>
		<link>http://www.comunicacaosindical.com.br/2009/01/22/admiravel-luta-nova/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 23:51:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[sindicalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Este post é dedicado aos diretores sindicais. E vou ser direto. É possível que seu sindicato esteja gastando muito dinheiro com softwares, sites e tudo o que envolve o mundo digital. Desde o final dos anos 1970 que os sindicatos mudaram para sempre a história do Brasil. Taí um líder chamado Lula que não nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este post é dedicado aos diretores sindicais. E vou ser direto. É possível que seu sindicato esteja gastando muito dinheiro com softwares, sites e tudo o que envolve o mundo digital. Desde o final dos anos 1970 que os sindicatos mudaram para sempre a história do Brasil. Taí um líder chamado Lula que não nos deixa mentir.</p>
<p>Àquela revolução de outrora é necessário que se dê algo adicional: é preciso mexer com as estruturas e modificar (muitas vezes totalmente) os departamentos de comunicação. Desde o final da década de 1990 que o mundo não é mais o mesmo. A luta agora se abre a novas fronteiras e a web.</p>
<p>É mais que necessário, é urgente pensar em como vamos nos comunicar com as gerações futuras, que já batem à nossa porta. Como vamos mostrar que a luta é possível se não conseguimos entender o que se passa no mundo deles.</p>
<p>O mundo hoje, ou a expectativa que se criou, a partir da invenção da internet é o da colaboração. E a cada dia avançamos nesta estrada. Sem dúvida uma admirável luta nova.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A hora e a vez dos sindicatos</title>
		<link>http://www.comunicacaosindical.com.br/2009/01/19/a-hora-e-a-vez-dos-sindicatos/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 16:59:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[dvds]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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		<category><![CDATA[sindicalismo]]></category>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[O título bem que poderia ser outro, mas 2009 chegou em meio ao grande circo que se instala nos meios de comunicação do país, projetando pânico e horror. Isso mesmo. Por outro lado, agora é a hora e a vez dos sindicatos e centrais sindicais mostrarem organização e disposição para a luta, já que, do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O título bem que poderia ser outro, mas 2009 chegou em meio ao grande circo que se instala nos meios de comunicação do país, projetando pânico e horror. Isso mesmo. Por outro lado, agora é a hora e a vez dos sindicatos e centrais sindicais mostrarem organização e disposição para a luta, já que, do outro lado, os empresários já apelam para a mudança que só prejudicaria o trabalhador: mudança das regras do jogo com o corte dos direito dos trabalhadores.</p>
<p>Sem a CUT, a maior central do país, as demais centrais ensaiaram uma conversa com os empresários, mas logo perceberam o erro estratégico. Em tese, suspenderam as negociações por 10 dias.</p>
<p>A CUT é taxativa: não discute a redução a redução da jornada de trabalho atrelada à diminuição dos salários e, pior ainda, sem a garantia da manutenção das vagas.</p>
<p>Na imprensa, essa absurda proposta ganhou voz. Afinal de contas, um dos interlocutores está ensaiando sua campanha ao governo de São Paulo. Mas agora as centrais recuaram. A CUT está certa, não se pode negociar os direitos dos trabalhadores.</p>
<p>Por isso, copiei os 30 pontos elaborados pela entidade para combater a crise. Vamos a elas:</p>
<p><strong>a) DEFESA E GARANTIA DO EMPREGO</strong><br />
1) Nenhuma demissão. Estabilidade no emprego.</p>
<p>2) Ratificação da Convenção nº 158 da OIT.</p>
<p>3) Redução constitucional da jornada máxima de trabalho para 40 horas semanais sem redução dos salários e limitação das horas extras conforme proposta da CUT.</p>
<p>4) Ampliação das Políticas de geração de emprego no setor privado e no setor público, especialmente para os segmentos mais vulneráveis, a exemplo das mulheres e da população negra.</p>
<p>5) Programa especial de geração de emprego e renda na agricultura a partir  do fortalecimento da Agricultura familiar e garantia de preços mínimos.</p>
<p>6) Reforma Agrária: Estabelecimento de limite de propriedade da terra; atualização dos índices de produtividade; garantia de instrumentos legais de controle de compra de terras por estrangeiros; combate ao trabalho escravo.</p>
<p><strong>b) INVESTIMENTOS</strong><br />
7) Fortalecimento da política de valorização do salário mínimo e das aposentadorias e as políticas públicas de saúde e educação, garantindo-se a ampliação de recursos do orçamento público para as áreas sociais (EC29, FUNDEB etc) e os programas de transferência de renda.</p>
<p>8 Fim do superávit primário e ampliação dos investimentos em obras de infra-estrutura, a valorização do serviço público e das políticas sociais, a exemplo dos Territórios da Cidadania.</p>
<p>9) Ampliação da capitalização do BNDES e dos recursos para o orçamento corrente da instituição, visando o financiamento dos investimentos e, desta forma, reduzir a taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP).</p>
<p>10) Revogação da Lei de Responsabilidade Fiscal.</p>
<p><strong>c) CRÉDITO</strong><br />
11) Nenhum recurso financeiro deve ser concedido à especulação.</p>
<p>12) Qualquer instituição financeira que apresente estado de falência deve ser estatizada.</p>
<p>13) Criação de mecanismos como multas, taxas, punições administrativas, entre outras, que assegurem a concessão de crédito à economia e que os recursos liberados pelo governo federal cheguem à economia real, não sendo utilizados pelos bancos para outros fins.</p>
<p>14) Qualquer &#8220;socorro&#8221; que o governo resolva conceder às instituições financeiras e não-financeiras que apresentem problemas em função da atual crise internacional deve ter contrapartidas, a partir dos seguintes critérios:<br />
14.1    Garantia da manutenção do nível de emprego nas instituições financeiras e não-financeiras.<br />
14.2    Garantia de estabilidade de emprego nos processos de fusões e incorporações.<br />
14.3    Que os volumes de recursos dos programas de apoio serão devolvidos ao Estado, em parcelas e prazos previamente determinados.<br />
14.4    Limitação dos rendimentos dos executivos das instituições financeiras e não-financeiras.</p>
<p>15) Ampliação das ações para garantir crédito e seguro para a agricultura familiar, como também o crédito imobiliário, visando combater o déficit habitacional.</p>
<p><strong>d) MEDIDAS EMERGENCIAIS</strong><br />
16) Estruturação pelo Governo Federal de Plano de Renegociação de Dívidas para pequenas empresas, assalariados e trabalhadores em geral.</p>
<p>17) Redução do impacto da desvalorização do real nos preços dos alimentos e produtos de primeira necessidade, por meio, entre outros, da redução dos impostos internos, com a contrapartida da manutenção de preços.</p>
<p>18) Construção do Contrato Coletivo Nacional de Trabalho.</p>
<p>19) Constituição, em caráter emergencial, de Câmaras Setoriais e especialmente nos setores mais atingidos pela crise do crédito e retração da atividade econômica (construção civil, têxtil e calçados, alimentação etc), de forma que as iniciativas de apoio do Estado representem contrapartidas na área da garantia do emprego, melhoria das relações de trabalho em cada setor.</p>
<p>20) Valorização do salário mínimo, com a incorporação da variação dos preços da alimentação já no reajuste de 2009.</p>
<p>21) Interromper os processos de privatização do patrimônio público (Embrapa e Infraero), o leilão das reservas petrolíferas, bem como revogar o marco regulatório herdado do Governo FHC, de modo que a riqueza do pré-sal seja explorada em benefício da Nação.</p>
<p>22) Retirada do Projeto de Lei que propõe a implantação das Fundações Estatais de Direito Privado.</p>
<p><strong>e) GARANTIAS DOS DIREITOS DOS TRABALHADORES</strong><br />
23) Ampliação dos direitos dos trabalhadores e retirada dos projetos de flexibilização hoje existentes no Congresso Nacional, como o PL nº 4302/1998, que trata do trabalho temporário e da terceirização.</p>
<p>24) Garantia de cumprimento pleno dos acordos coletivos firmados com os servidores públicos em todas as esferas de governo (federal, estadual e municipal) e ratificação da Convenção nº 151, que prevê a negociação coletiva para os servidores públicos.</p>
<p>25) Garantia do cumprimento da Lei que estabelece o Piso Nacional do Magistério.</p>
<p><strong>f) POLÍTICAS ECONÔMICAS</strong><br />
26) Sistema de Metas de Inflação mais flexível, com a efetiva utilização do intervalo de taxas de inflação admissíveis, sem determinar qual a meta-centro.</p>
<p><strong>g) SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL E INTERNACIONAL</strong><br />
27) Regulamentação do artigo nº 192 da Constituição Federal, que trata da regulação e do papel social do Sistema Financeiro.</p>
<p>28) Fortalecimento do papel social dos bancos públicos.</p>
<p>29) Por meio de uma ampla articulação desenvolvida no âmbito da CSI e da CSA, promover uma agenda de debates e ações visando a  estruturação de nova ordem financeira internacional, que, entre outros, estabeleça maior controle das operações das instituições financeiras e do fluxo de capitais entre os países, de modo a minimizar os impactos gerados nas economias nacionais.</p>
<p>30) Fortalecimento do Mercosul como forma de reduzir os impactos dos fluxos de saída de capitais externos. Este fortalecimento deve enfatizar os aspectos de complementaridade dos projetos e o desenvolvimento da dimensão social, com o estabelecimento de contrapartidas e aplicação da Declaração Sócio-Laboral.</p>
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