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Marcha para Brasília e as centrais
Posted on novembro 19th, 2008 No commentsEste ano a quinta edição da Marcha Nacional da Classe Trabalhadora acontecerá no dia 3 de dezembro, em Brasília, com o tema Pelo “Desenvolvimento e Valorização do Trabalho”.
Veja abaixo o que cada central sindical participante fala sobre o protesto:
“O Brasil terá voz decisiva na construção desse novo arranjo internacional se for capaz de propor uma agenda viável para o enfrentamento da pobreza e da concentração de renda. Em parte, isso está em curso no nosso país. Mas, é preciso avançar muito mais. O Movimento Sindical dos Trabalhadores está pronto a exercer papel ativo e ser importante referência na construção desta nova ordem econômica e social”, diz a nota assinada pelas centrais no site da CGTB.
“Proclamamos que os ricos devem pagar a conta da crise, mas não devemos esperar que isto ocorra espontaneamente. É preciso lutar para evitar que o ônus recaia sobre os trabalhadores e trabalhadoras. A marcha deve ser um momento alto desta luta. Daí a necessidade de uma grande mobilização”, afirma a nota da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil).
“Queremos também uma nova forma de regulamentar o sistema financeiro, para impedir que os mesmos especuladores de sempre e os aventureiros continuem atrapalhando a vida daqueles que trabalham para viver e para transformar o Brasil naquele país com que todos sonhamos”, diz Artur Henrique, presidente nacional da CUT.
“A Marcha é um importante instrumento de organização e luta dos trabalhadores, principalmente neste momento incertezas na economia mundial”, diz Paulo Pereira da Silva (Paulinho), presidente da Força Sindical.
“Essa mobilização visa a pressionar os três poderes, Executivo, Legislativo e Judiciário , para a ampliação de direitos para os trabalhadores e , por isso destaca a importância do envolvimento de todos”, afirma José Calixto Ramos, presidente da Nova Central (NCST).
“Com as Marchas de 2004, 2005, 2006 e 2007 garantimos importantes conquistas, como o maior aumento do salário mínimo por exemplo, agora, com o mesmo espírito de unidade, vamos cobrar do Congresso Nacional e do Governo Federal novos avanços que valorizem os trabalhadores e as trabalhadoras”, diz Ricardo Patah, presidente da UGT, União Geral dos Trabalhadores.
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